quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Reforma política: o que pode mudar no Brasil e o que está em jogo




JEFFERSON RUDY (AGÊNCIA SENADO)
EnviarImprO que mudaria na vida dos brasileiros se fosse feita uma reforma política? O assunto entrou em pauta assim que a presidenta Dilma Rousseff discursou logo após a sua reeleição ser confirmada neste domingo. “[Durante a campanha], a palavra mais dita, mais falada, mais dominante foi mudança. O tema mais amplamente evocado foi reforma. A primeira e mais importante deve ser a reforma política”, afirmou. O caminho para efetivá-la seria realizar uma consulta popular. “Como instrumento dessa consulta, o plebiscito”.


O debate é cascudo e parece distante da população em geral. Mas, dependendo da proposta aprovada, pode colocar fim à reeleição, mudar a forma como os deputados e vereadores são eleitos e determinar o final do financiamento de campanha feito por empresas privadas, que abre brecha para a corrupção.
O Senado tem uma comissão mista que vem debatendo o assunto desde 2011, e que já estabeleceu 11 prioridades para uma reforma. Entre elas, que ela seja aprovada por um referendo, e não por um plebiscito. Num referendo, o Congresso apresentaria um projeto final de reforma política. Num plebiscito, os eleitores brasileiros teriam um cardápio de perguntas sobre qual seria o projeto de reforma ideal, por exemplo. Na segunda-feira, o presidente do Congresso, Renan Calheiros, lembrou que o ideal era aprovar uma mudança do gênero pelo referendo.
Em uma entrevista na terça-feira ao jornal da Band, Dilma manteve a contundência em relação à necessidade da reforma política. Mas foi amena em relação a forma de consultar a sociedade. “[Durante a campanha] vi um movimento muito forte de vários segmentos – nem todos pensam igual, mas todos eles irmanados nessa questão da reforma política (...) Todos eles defendem consulta popular, seja sob a forma de referendo, seja sob a forma de plebiscito”, disse.
Hoje, dez entre dez lideranças políticas admitem a necessidade de uma reforma política. De Fernando Henrique Cardoso a Lula, deLuciana Genro a Marina Silva. Durante os protestos de junho, uma pesquisa realizada pelo Instituto Ibope indicou que 85% da população também apoiava a ideia. Mas era um momento difuso em que qualquer coisa seria melhor “do que tudo que está aí”, como respondiam muitos dos que engrossavam as manifestações. Hoje, porém, há mais dúvidas do que certezas sobre quais mudanças uma reforma traria. Num país dividido depois das eleições, o Brasil parece continuar em campanha. O EL PAÍS tentou reunir aqui as principais questões que envolvem uma reforma.
O que é uma reforma política?
Um conjunto de mudanças que pretende aperfeiçoar o sistema eleitoral brasileiro.
Quais são os pontos principais?
Existem várias propostas, elaboradas por diversos segmentos da sociedade organizada e partidos políticos. No Senado, uma das propostas que seguem para a aprovação é a que muda a forma como os deputados são eleitos, por exemplo (leia os detalhes abaixo).
Como ela pode acontecer?
a) Por uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC), que modificaria algumas cláusulas da Constituição que a reforma defende. Exemplo: A reeleição, que hoje só é permitida por um período subsequente. 
b) Por uma Assembleia Constituinte, formada por um grupo especial de deputados e senadores, que tem o poder de modificar a Constituição ou mesmo elaborar uma nova Carta.
Ou seja, legalmente, um plebiscito ou referendo não seriam necessários para que as mudanças fossem feitas.
Se não é necessário, por que essa consulta popular está em questão?
Como a reforma política vem sendo demandada pela população há muito tempo, seria democrático que os eleitores participassem e chancelassem as mudanças propostas. Um referendo é mais interessante para o Congresso, pois todo o poder permanece nas mãos dos deputados, que deixariam para a população apenas referendar ou não as mudanças estabelecidas.
Qual é a diferença entre referendo e plebiscito?
No referendo, a proposta da reforma política já foi elaborada pelo Legislativo, cabendo à população decidir se concorda ou não com o que está sendo proposto. No plebiscito, o poder da população de interferir é maior, já que será votado cada ponto da reforma, um a um. O eleitor poderá, por exemplo, desaprovar alguns pontos e aprovar outros.
E se a consulta ocorrer, o voto será obrigatório?
Sim, tanto para o referendo, quanto para o plebiscito, o voto é obrigatório para os eleitores maiores de dezoito anos.
E o que poderia mudar?
São diversas as propostas dos partidos para a reforma política. Algumas, podem mudar radicalmente o jeito que as eleições são conduzidas.
Um exemplo dessa mudança radical é um dos projetos do PT, que defende uma lista pré-ordenada de candidatos. O que é isso?
Como é hoje: 
É possível votar tanto na legenda quanto no candidato e cada Estado elege a sua quantidade de deputados, de acordo com o número de eleitores. Os partidos que preenchem essas cadeiras são definidos com base na quantidade total de votos (tanto na legenda quanto no candidato) dividida pela quantidade de cadeiras que o Estado tem direito.
Assim, um candidato como o recém-eleito Celso Russomano, do nanico PRB, por exemplo, que recebeu 1,5 milhão de votos nas últimas eleições, garantiu que outros candidatos do partido fossem eleitos, ainda que com um número pequeno de votos.

Como ficaria:
 O mecanismo que define a quantidade de vagas para cada partido se mantém. Mas só passaria a valer o voto no partido, que teria uma lista pré-estabelecida com seus candidatos. Na prática, essa mudança representaria, em primeiro lugar, uma eleição baseada na proposta do partido e não em uma pessoa determinada. Além disso, o partido, idealmente, poderia montar uma lista mais equilibrada, que garantisse a representação das minorias no Plenário.
Outro projeto do PT é o voto proporcional em dois turnos:No primeiro turno, os eleitores votariam apenas no partido. A quantidade de votos que cada partido receber vai definir a quantidade de cadeiras que ele poderá ocupar. No segundo turno, o partido lançaria seus candidatos, em uma quantidade duas vezes maior que o número de cadeiras recebidas, e o eleitor vota nominalmente em seu candidato.
O fim do voto secreto no Congresso e no Senado também está nos planos do PTComo é hoje: No fim do ano passado, o Senado aprovou uma Proposta de Emenda da Constituição (PEC) que acabou com o voto secreto no Legislativo, mas apenas para a cassação de mandato parlamentar e vetos presidenciais. O voto secreto para a eleição de membros da Mesa Diretora da Câmara e do Senado e indicações de autoridades como ministros do Supremo Tribunal Federal e procurador-geral da República foi mantido. 
Como ficaria:
 A proposta é que o voto fosse aberto em todas as circunstâncias.
Uma das principais propostas do PT é pelo fim do financiamento empresarial das campanhas
Como é hoje:
 Os partidos recebem doações de campanhas de diversas empresas. Para muitos que criticam o modelo, isso pode fazer com que os políticos fiquem “devendo um favor” a elas 
Como ficaria:
 A proposta é que haja um financiamento público, criado por um fundo de recursos públicos e gerenciado pelo Tribunal Superior Eleitoral. Haveria um teto máximo de gastos para cada cargo em disputa, elaborado pelo TSE. Além disso, o limite de doação de pessoas físicas seria de até 700 reais por eleições.
Já o PSDB propõe, por exemplo, o fim da reeleição presidencialComo é hoje: Presidentes, governadores e prefeitos podem se reeleger uma vez.
Como ficaria:
 A possibilidade de reeleição acabaria e o mandato seria estendido de quatro para cinco anos. Essa foi uma das propostas de Marina Silva e Aécio Neves durante as eleições. Dilma Rousseff não defende a ideia.
O partido de Aécio Neves propõe também o voto distrital mistoComo é hoje: Cada Estado elege um determinado número de representantes de acordo com sua população. É o chamado voto proporcional. 
Como ficaria:
 Os Estados seriam divididos em distritos eleitorais. Cada um desses distritos elegeria um deputado, preenchendo, assim, uma parte das cadeiras do Legislativo. A outra parte seria preenchida com votação proporcional, como é feita hoje.
A unificação das eleições municipais e nacionais é outra proposta do PSDB
Como é hoje:
 O Brasil realiza eleições a cada dois anos, alternando as eleições municipais com as estaduais e federais. 
Como ficaria
: As eleições ocorreriam apenas de quatro em quatro anos e serviriam para eleger presidente, governador, deputado estadual e federal, senador e vereador. Uma das justificativas é o alto custo de realizar uma eleição no Brasil. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o gasto bruto registrado nas eleições municipais de 2012 foi de 395,2 milhões de reais.
Também é proposta dos tucanos a cláusula de desempenho para os partidos
Como seria:
 Cada partido deverá ter um percentual mínimo de votos em uma quantidade determinada de Estados para ter benefícios como fundo partidário, tempo de TV, representação na Câmara e indicação de bancada. Essa proposta, defendida por Aécio Neves na campanha, advém de uma lei de 1995 que começaria a valer em 2006 – chamada de cláusula de barreira. Mas em 2006, o Supremo Tribunal Federal derrubou a lei sob o argumento de inconstitucionalidade, já que fere o direito de manifestação política das minorias.
Além das propostas particulares de cada partidoo fim das coligações nas eleições proporcionais é uma ideia comum tanto aos petistas, quanto aos tucanos.Como é hoje: Além de tempo no horário eleitoral, as coligações também influenciam na definição dos candidatos eleitos. As vagas são distribuídas em proporção à quantidade de votos que recebem todos os partidos que fazem parte da coligação. Ou seja, quanto mais votos uma coligação tiver, mais candidatos irá eleger. Por isso, muitos candidatos desconhecidos ou pouco votados acabam sendo eleitos. 
Como seria:
 A proposta é pelo fim desse sistema, mas encontra resistência dos partidos menores.
Fonte: Brasil El País.

Em entrevista ao SBT, Dilma diz que defenderá lei contra homofobia e regulação da mídia

Em entrevista ao SBT, Dilma diz que defenderá lei contra homofobia e regulação da mídia
A presidente Dilma Rousseff (PT) concedeu uma entrevista ao SBT Brasil e afirmou que no seu segundo mandato irá defender a aprovação de uma lei que puna a homofobia no país.
Como Dilma Rousseff não fez nenhum acordo com líderes evangélicos ou católicos durante a campanha para o segundo mandato, os compromissos com temas morais que haviam sido assumidos por ela em 2010 agora já não tem peso, e a presidente deverá manter as promessas feitas à militância LGBT durante a campanha.
“Darei integral apoio. É uma medida civilizatória. O Brasil tem de ser contra a violência que vitima a mulher. A violência que de forma aberta ou escondida fere os negros. E também tem que ser contra a homofobia. É uma barbárie”, disse Dilma.
Sobre o casamento gay, Dilma defendeu o entendimento atual do Supremo Tribunal Federal (STF), que reconheceu a união civil de homossexuais. No entanto, ativistas gays querem mais, pois argumentam que apesar de verem a decisão do STF como um “avanço”, ela não garante aos gays e lésbicas os mesmos direitos presentes no casamento civil.

Liberdade de Imprensa

Dilma afirmou também que irá se empenhar na regulação da mídia no âmbito econômico, mas negou que pretenda interferir na liberdade de conteúdo dos sites, jornais, revistas, rádios e TVs.
“Não vou regulamentar a mídia no sentido de interferir na liberdade de expressão. Vivi sob a ditadura. Sei o imenso valor da  liberdade de imprensa. Agora, como qualquer setor econômico, ela [a mídia] tem que ter regulações econômicas”, afirmou a presidente reeleita.

Reforma política

A presidente afirmou que vai pressionar o Congresso Nacional para dar ao povo uma maior participação na Reforma Política, pois a sociedade exige mudanças.
“Eu quero a participação popular. Nesse processo eleitoral, eu estive com muitos movimentos, muitas representações, OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), movimentos sociais, órgãos da sociedade civil, e eles fizeram aquela coleta de assinaturas muito expressiva. Chegaram a sete ou oito milhões de assinaturas, e eles propõe duas coisas: consulta popular – referendo, plebiscito, seja o que for – e propõe uma constituinte. Eles têm esse projeto e devem encaminhar ao Congresso”, disse
No entanto, os parlamentares não aceitam que a prerrogativa do Legislativo sofra interferências e tenha que ser submetida à consulta popular. “Se nós temos um Parlamento eleito pelo voto popular para cuidar dessas coisas, por que não fazê-lo? E ainda mais submetê-lo a um referendo para ter sim a participação popular. São temas complexos, difíceis, o voto distrital, o voto distrital misto, financiamento de campanha eleitoral, reeleição ou não, fim das coligações. Muitos temas que essa Casa tem o dever de examinar”, afirmou o presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) em entrevista coletiva.
O ex-presidente do STF, Ayres Britto, discorda da ideia de plebiscito e afirma que apenas alguns pontos do tema deveriam ser submetidos a um referendo: “O Congresso Nacional delibera em bloco sobre a reforma política e separa alguns temas, alguns assuntos, pontuais, tópicos, para que o povo delibere sob a forma de referendo, por exemplo. Referendo é melhor do que plebiscito. Convenhamos, metaforicamente, o plebiscito seria uma espécie de cheque em branco. O referendo seria o endosso ou um aval”, disse Britto ao Jornal Nacional.
Fonte; noticias gospel mais.

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Enxugando a maquina: Prefeito de Buíque no agreste do estado assina decreto que exonera a partir de 1º de Novembro todos os cargos comissionados, além dos contratos de serviço temporários dentro do próprio município.

O município de Buíque no agreste do estado, assim como os demais municípios Brasileiros chegam ao final de ano  precisando  se adaptar as normas  de ajuste fiscal causada pela queda dos Fundos de Participações Municipais,(FPM) recursos estes oriundo do governo Federal que vem caindo gradativamente  mês após mês em todo país.
Considerando a necessidade de reorganizar o serviço publico municipal, notadamente em relação a execução do financeiro orçamentária, quadro e  de pessoal  e demais atividades , baseando –se na LC 101/200 em seus artigos de 20 a 22  aonde diz que é vedado ao município  manter o limite prudencial das despesas de pessoal abaixo do porcentual de 51,30% da receita corrente liquida , o prefeito Jonas Camelo de Almeida Neto no último dia 21 baixou e assinou o Decreto de Nº 12/2014 adotando providências para Controle  das despesas  com  Pessoal  exonerou todos os ocupantes de cargo de provimento em comissão(Os Comissionados) da estrutura administrativa do município de Buíque, com esta ação todos os secretários e seus adjuntos assim como diretores  estão a partir da próxima sexta feira exonerados.
Seguindo a mesma linha também a partir de 10º de Novembro próxima sexta feira será rescindido todos os contratos  temporários para atendimentos do excepcional interesse publico.
Em seu artigo 2º do decerto ainda o prefeito revogou a concessão de todos as licenças para trato interesse particular, inclusive as que ainda estiverem em curso.
Enquanto isso no artigo 3º do mesmo decerto fica suspensa, pelo prazo de 60 dias, a concessão de licencia prêmio  também para trato de interesse particular do servidor municipal.

Já no artigo 4º ficou determinado pelo prefeito o retorno imediato ao cargo de origem de qual quer servidor que por ventura se encontre em desvio de suas funções.

sábado, 6 de setembro de 2014

Paulo vence debate e mostra porque é o mais preparado para governar Pernambuco

Foto: Rodrigo Lobo

Em debate promovido em Caruaru pela Rádio Jornal, nesta quinta-feira (4), o candidato da Frente Popular, Paulo Câmara (PSB), voltou a mostrar porque é o mais capacitado para governar Pernambuco e aquele que vai honrar o legado do ex-governador Eduardo Campos. "Eu ajudei Eduardo a mudar Pernambuco, a implantar o modelo de Governo que Pernambuco aprovou, premiado até pela ONU. Como secretário da Fazenda, administrei um orçamento anual de R$ 28 bilhões. Essa experiência de gestão pública, de tirar as ações do papel, que o candidato da oposição não possui, me preparou para assumir essa missão", afirmou o socialista.

Mas não apenas a experiência comprovada como gestor e servidor público são os atributos que Paulo levará para o Governo, a partir de 2015, mas também a sua capacidade de liderança política, que o levou a reunir, mesmo sendo esta a primeira eleição que disputa, uma aliança formada por 21 partidos. "Liderança não se herda. Vem da capacidade de unir, de gerir ouvindo, planejando e executando. Fiz isso como secretário de Eduardo. Aprendi com ele. Eu não represento uma ambição pessoal de poder, mas um projeto político que vem mudando a vida dos pernambucanos desde 2007, fui escolhido e ratificado pela maior aliança já reunida em torno de um candidato a governador", pontuou o socialista, lembrando que o time que o apoia é o mesmo que sempre esteve com o ex-governador.

Paulo voltou a ressaltar as propostas que vão dar continuidade ao Governo da Frente Popular, avançando ainda mais. Entre os pontos destacados, a garantia de que todo aluno da rede pública que quiser estudar em uma Escola em Tempo Integral terá direito a uma vaga, e a parceria com os municípios, para que cada um deles tenha um estabelecimento do tipo, para o ensino básico. Na Saúde, destacou a humanização do atendimento, o fortalecimento da rede de média e alta capacidade, a integração das informações dos pacientes, a realização de exames e consultas itinerantes (com o programa O Doutor Chegou), entre outros.

O candidato fez uma avaliação positiva de sua atuação no debate e não teve receio de afirmar que se saiu melhor que os adversários. "Vencemos o debate, porque temos as melhores propostas, o melhor time, a experiência necessária para darcontinuidade ao trabalho de Eduardo e avançar ainda mais. Pernambuco ainda precisa que muito seja feito, e nós vamos fazer, porque, além do muito que já realizamos, preparamos o Estado, nos últimos sete anos e meio, para se desenvolver ainda mais, com equilíbrio e com prioridade para os que mais precisam", previu Paulo Câmara.

PESQUISA - Paulo Câmara também comentou os resultados das mais recentes pesquisas de intenção de voto, que mostram o crescimento vertiginoso de sua candidatura. "Sempre disse que, com o início do guia eleitoral, quando as pessoas passassem a nos conhecer, nossas propostas, as pessoas que nos apoiam, íamos crescer. A pesquisa reflete um momento, e o momento agora indica que estamos vencendo o desconhecimento. A tendência é de uma grande vitória, minha e de Fernando Bezerra Coelho (PSB/candidato O Senado), no dia 5 de outubro", avaliou o socialista. 

Do: Blog Falando Francamente
Fonte: ASCOM

Datafolha » Em Pernambuco Marina lidera com 46% enquanto Dilma soma 37%

Publicação: 05/09/2014 15:00 Atualização: 05/09/2014 17:28

A candidata à Presidência Marina Silva (PSB) lidera em Pernambuco, conforme pesquisa divulgada nesta sexta-feira (5) pelo Datafolha. De acordo com o levantamento ela tem 46% as intenções de voto, enquanto a candidata Dilma Rousseff (PT) tem 37%. Isso significa que dos 6.356.307 eleitores pernambucanos, 2.923.901 votariam na socialista. Este foi o maior percentual conquistado por ela entre os sete estados analisados na pesquisa - São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Pernambuco, Ceará e Distrito Federal. Também em Recife, Marina está à frente dos demais candidatos com 52% das intenções de voto contra os 27% acumulados por Dilma Rousseff.

Mesmo abaixo do percentual conquistado por Marina Silva, o percentual de Dilma em Pernambuco foi o segundo maior obtido por ela entre os sete estados vistos pelo Datafolha. Os maiores números da petista estão Ceará, onde ela obteve 57%, superando a socialista que somou 24%. Na capital, Fortaleza Dilma obteve 42% e Marina 26%. O estado é governado pelo ex-socialista Cid Gomes, que migrou para o PROS após rachar com o ex-presidente do PSB, Eduardo Campos. As maiores taxas de rejeição à reeleição da presidente, por outro lado, estão em São Paulo (23%) e no Distrito Federal (23%).

No caso de São Paulo, considerado um reduto do PSDB, Marina Silva também lidera, tendo obtido 42% das intenções de voto. Deixou para trás, inclusive, o tucano Aécio Neves que somou 18%. Nos sete estados onde foram feitas pesquisas, Aécio Neves aparece em terceiro lugar. Pernambuco foi onde ele obteve o  índice mais baixo, isto é, 2%, tendo chegado a 3% entre o eleitorado do Recife. O melhor desempenho dele foi em Minas Gerais, estado que governou por dois mandatos, acumulou 22% das intenções de voto. Dilma Rousseff, que é mineira, lidera nesse estado com 35%, seguida de Marina Silva com 27%. 


Confira os números completos 

Média nacional
Dilma Rousseff (PT) - 35%
Marina Silva (PSB) - 34%
Aécio Neves (PSDB) - 14%
Pastor Everaldo (PSC) - 1%
Eduardo Jorge (PV) - 1%
Luciana Genro (PSOL) - 1%
Zé Maria (PSTU) - 1%
Branco/nulo/nenhum - 6%
Não sabe - 7%
Os outros candidatos não atingem 1%
Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou menos

O Datafolha ouviu 10.054 eleitores em 361 municípios do país. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-00517/2014. Leia mais

São Paulo
Marina Silva (PSB) - 42%
Dilma Rousseff (PT) - 23%
Aécio Neves (PSDB) - 18%
Pastor Everaldo (PSC) - 1%
Eduardo Jorge (PV) - 1%
Luciana Genro (PSOL) - 1%
Zé Maria (PSTU) - 1%
Outros com menos de 1% - 2%
Branco/nulo/nenhum - 8%
Não sabe - 4%
Os outros candidatos não atingem 1%
Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos

O Datafolha ouviu 2.054 eleitores em 56 municípios de SP. A pesquisa está registrada no TRE-SP sob o número 00023/2014.

Minas Gerais
Dilma Rousseff (PT) - 35%
Marina Silva (PSB) - 27%
Aécio Neves (PSDB) - 22%
Pastor Everaldo (PSC) - 1%
Branco/nulo/nenhum - 6%
Não sabe/não respondeu - 8%
Os outros candidatos não atingem 1%
Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos

O Datafolha ouviu 1.212 eleitores em 49 municípios de MG. A pesquisa está registrada no TRE-MG sob o número 00075/2014.

Rio de Janeiro
Marina Silva (PSB) - 37%
Dilma Rousseff (PT) - 31%
Aécio Neves (PSDB) - 11%
Pastor Everaldo (PSC) - 2%
Luciana Genro (PSOL) - 1%
Eduardo Jorge (PV) - 1%
Zé Maria (PSTU) - 1%
Branco/nulo/nenhum - 10%
Não sabe - 6%
Os outros candidatos não atingem 1%
Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos

O Datafolha ouviu 1.308 eleitores em 31 municípios do RJ. A pesquisa está registrada no TRE-RJ sob o número 00028/2014.

Rio Grande do Sul
Dilma Rousseff (PT) - 38%
Marina Silva (PSB) - 30%
Aécio Neves (PSDB) - 15%
Pastor Everaldo (PSC) - 1%
Luciana Genro (PSOL) - 1%
Eduardo Jorge (PV) - 1%
Branco/nulo/nenhum - 4%
Não sabe - 9%
Os outros candidatos não atingem 1%
Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos

O Datafolha ouviu 1.197 eleitores em 46 municípios do RS. A pesquisa está registrada no TRE-RS sob o número 00012/2014.

Pernambuco
Marina Silva (PSB) - 46% 
Dilma Rousseff (PT) - 37%
Aécio Neves (PSDB) - 2%
Pastor Everaldo (PSC) - 1%
Eduardo Jorge (PV) - 1%
Zé Maria (PSTU) - 1%
Branco/nulo/nenhum - 5%
Não sabe - 6%
Os outros candidatos não atingem 1%
Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos

O Datafolha ouviu 1.185 eleitores em 43 municípios de PE. A pesquisa está registrada no TRE-PE sob o número 00021/2014.

Ceará
Dilma Rousseff (PT) - 57%
Marina Silva (PSB) - 24% 
Aécio Neves (PSDB) - 4%
Pastor Everaldo (PSC) - 1%
Branco/nulo/nenhum - 4%
Não sabe - 7%
Os outros candidatos não atingem 1%
Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos

O Datafolha ouviu 1.042 eleitores em 41 municípios do CE. A pesquisa está registrada no TRE-CE sob o número 00021/2014.

Distrito Federal
Marina Silva (PSB) - 33% 
Dilma Rousseff (PT) - 23%
Aécio Neves (PSDB) - 20%
Pastor Everaldo (PSC) - 1%
Zé Maria (PSTU) - 1%
Rui Costa Pimenta (PCO) - 1%
Branco/nulo/nenhum - 7%
Não sabe - 13%
Os outros candidatos não atingem 1%
Margem de erro: 4 pontos percentuais para mais ou para menos

O Datafolha ouviu 668 eleitores. A pesquisa está registrada no TRE-DF sob o número 00037/2014.
 
Nas capitais

São Paulo
Marina Silva (PSB) - 38%
Dilma Rousseff (PT) - 23%
Aécio Neves (PSDB) - 19%
Pastor Everaldo (PSC) - 2%
Eduardo Jorge (PV) - 1%
Luciana Genro (PSOL) - 1%
Branco/nulo/nenhum - 11%
Não sabe - 4%
Os outros candidatos não atingem 1%

Belo Horizonte
Marina Silva (PSB) - 27%
Aécio Neves (PSDB) - 25%
Dilma Rousseff (PT) - 25%
Pastor Everaldo (PSC) - 1%
Luciana Genro (PSOL) - 1%
Branco/nulo/nenhum - 11%
Não sabe - 8%
Os outros candidatos não atingem 1%

Rio de Janeiro
Marina Silva (PSB) - 41%
Dilma Rousseff (PT) - 25%
Aécio Neves (PSDB) - 12%
Pastor Everaldo (PSC) - 1%
Luciana Genro (PSOL) - 1%
Eduardo Jorge (PV) - 1%
Zé Maria (PSTU) - 1%
Mauro Iasi (PCB) - 1%
Branco/nulo/nenhum - 13%
Não sabe - 5%
Os outros candidatos não atingem 1%

Porto Alegre
Dilma Rousseff (PT) - 37%
Marina Silva (PSB) - 25%
Aécio Neves (PSDB) - 12%
Luciana Genro (PSOL) - 3%
Pastor Everaldo (PSC) - 1%
Branco/nulo/nenhum - 6%
Não sabe - 15%
Os outros candidatos não atingem 1%

Recife
Marina Silva (PSB) - 52% 
Dilma Rousseff (PT) - 27%
Aécio Neves (PSDB) - 3%
Luciana Genro (PSOL) - 2%
Pastor Everaldo (PSC) - 1%
Eduardo Jorge (PV) - 1%
Branco/nulo/nenhum - 8%
Não sabe - 4%
Os outros candidatos não atingem 1%

Fortaleza
Dilma Rousseff (PT) - 42%
Marina Silva (PSB) - 26% 
Aécio Neves (PSDB) - 7%
Pastor Everaldo (PSC) - 2%
Luciana Genro (PSOL) - 1%
Zé Maria (PSTU) - 1%
Branco/nulo/nenhum - 9%
Não sabe - 12%
Os outros candidatos não atingem 1%
Do: Diário de Pernambuco.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Instituto Maurício de Nassau aponta empate técnico entre Câmara e Armando


Pesquisa do Instituto Maurício de Nassau aponta empate técnico entre Armando Monteiro (PTB) e Paulo Câmara (PSB) na corrida pelo cargo de governador de Pernambuco. O petebista tem 32% das intenções contra 28% do socialista. A margem de erro é de dois pontos percentuais, o que caracteriza empate técnico. Focando as regiões, o socialista leva a melhor no Recife e Região Metropolitana. Por sua vez, o petebista vence em todas as outras. Uma fonte socialista revelou a nossa reportagem que a ordem da Frente Popular é invadir o interior pernambucano. Eles estão empolgados com o empate técnico. (Imagem | Internet Divulgação)

Do: Blog do Agreste.

Educa Mais Brasil permanece com inscrições abertas para bolsas de estudo em Pernambuco

Ainda dá tempo de se inscrever e participar da seleção para bolsas de estudo do maior programa de inclusão educacional do país. Neste semestre em todo o estado de Pernambuco estão sendo disponibilizadas mais de 10 mil bolsas de estudo parciais (50%), em faculdades e escolas técnicas parceiras. Buíque é uma das cidades contempladas com o programa e as vagas disponíveis são para Graduação presencial. As bolsas ofertadas são resultado da parceria firmada com instituições de ensino e escolas técnicas da cidade.

O candidato que não tem condições de arcar com 100% da mensalidade e está há pelo menos seis meses fora do cenário educacional, no caso da graduação, pode concorrer às vagas. ‘’O Educa Mais Brasil é uma importante alternativa para estudantes que não teriam perspectiva de ingressar no ensino superior de qualidade sem esse benefício’’, afirma Andréia Torres, Diretora de Expansão e Relacionamento do programa.

A inscrição é gratuita e realizada exclusivamente através do site:http://www.educamaisbrasil.com.br/ onde serão encontradas as opções de cursos e as instituições disponíveis para localidade desejada.

Mais informações podem ser encontradas tanto na página oficial do programa quanto através da central de atendimento: capitais e regiões metropolitanas 4007-2020, demais localidades 0800 724 7202.

Boato diz que novo WHATSAPP PLUS é um vírus que danifica o celular.

Boato – App WhatsApp Plus é um vírus que danifica o celular, monitora conversas e pega dados dos contatos. Nunca faça download dele.
Um dos serviços que mais tem crescido ultimamente é o WhatsApp. O serviço de mensagens instantâneas acaba de ser comprado pelo Facebook por US$ 16 bilhões.Isso mesmo, é muito dinheiro envolvido! Claro que o sucesso do aplicativo faz com que mensagens se espalhem não só por meio dele como sobre ele.
Depois de circular na internet a informação de que o WhatsApp passaria a cobrar as mensagens enviadas surgiu uma mensagem, no estilo corrente (que existe desde os primórdios de arquivos PPT enviados por e-mail), que fala sobre um aplicativo novo do WhatsApp, o WhatsApp Plus, que danificaria o celular e roubaria dados dos usuários. A mensagem foi enviada para vários usuários, via WhatsApp mesmo, e dizia o seguinte:
Não baixe o whatsapp novo (Whatsapp Plus),Pq danifica o celular, ficam monitorando sua conversa pega dados e endereços dos seus contatos… Muda sua foto de perfil q vai aparecer para as pessoas.
Preste atenção,Eles monitoram tdas as suas conversas.. . mandam até msg sem vc escreverEle é d outros criadores, mas tem o nome do msm.Foi criado por rakers… Repassem o maximo possivel, ñ deixem seus amigos baiXar o novo “”WHATSAPP PLUS””” (continua...)Só de ler a mensagem, já dá para desconfiar de que o texto é falso. Primeiramente, o texto é muito mal escrito e com muitos erros de português, além de abreviações utilizadas em exagero. Nada contra abreviar, mas se realmente se tratasse de um aviso sério, provavelmente, as pessoas teriam um cuidado maior ao repassar as informações, e pelo menos escreveriam de forma melhor.
Ao final da mensagem, há o pedido para que os usuários “repassem o máximo possível”, e isso a caracteriza como corrente. Alguns anos de experiência com a internet bastam para saber que dificilmente as correntes possuem caráter verídico e resultados efetivos.
Desde a corrente “do bem”, como “a cada compartilhamento será doado 1 real ao bebê com câncer”, até a da Samara “Oi meu nome é Samara, tenho 14 anos (Teria se estivesse viva)…” que acabava em “Não Quebre essa corrente por favor, a não ser que queira sentir a minha presença”.

Por fim, pesquisamos sobre o tal WhatsApp Plus, e das poucas referências que encontramos, estão sites para o download do app para Android, que explicam que o WhatsApp Plus seria uma versão do WhatsApp, porém com características a mais, como: personalizar cores, tamanhos de arquivos, aumento do limite de upload, entre outras. De acordo com o site, não se trata de um vírus.

O baixo número de referências causa estranhamento, pois se um aplicativo quer popularizar entre os usuários, no mínimo deveria haver notícias e materiais de divulgação sobre o programa. Além disso, o aplicativo não aparece na busca da Google Play Store, para Android, nem sequer na App Store, para IOS, ou seja, o app nem existe.

Se você receber a mensagem falando sobre o WhatsApp Plus e seu vírus, nem se preocupe, pois a chance de você baixar o app e ele danificar seu celular é nula, nem que você queira, conseguirá fazer o download. Claro que há a possibilidade de algum espertinho criar um app com vírus só para pegar os mais incautos. Mas até lá, é apenas mais uma corrente da internet.

Mais informações sobre a compra bilionária estão no Mas não me diga. A matéria foi escrita por essa humilde serva.
PS: esse artigo foi uma sugestão da leitora (e amiga) Nathália Mendes. Se você quiser sugerir um tema para o Boatos.org, entre em contato com a gente pelo site ou pelo Facebook. 
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sábado, 30 de agosto de 2014

Silas Malafaia cobra Marina por posição sobre casamento gay e agita campanha

Presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo diz esperar resposta até segunda-feira - Do R7
Silas Malafaia iniciou as cobranças sobre o programa nesta sextaReprodução
O pastor Silas Malafaia, presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, agitou as redes sociais neste sábado com mensagens contra uma passagem do programa de governo da candidata à Presidência Marina Silva (PSB) que prometia encaminhar uma lei pela aprovação do casamento gay. Horas depois, a campanha de Marina publicou uma “errata” sobre o assunto.
Malafaia deu início a uma série de postagens em seu perfil no Twitter na noite desta sexta-feira (29) para critica o programa de governo de Marina — as mensagens levaram o pastor aos Trending Topics da rede social. Segundo ele, “o programa de governo do partido de Marina é pior que o PT e o PSDB no que tange aos direitos dos gays”, pois “apoia descaradamente o casamento gay”.
— É uma vergonha o programa de governo do PSB de Marina no que tange a causa gay, prevê casamento, adoção de crianças e etc. (...) Estou como muitos cristãos aguardando o posicionamento de Marina sobre o programa de governo do PSB de apoio a agenda do ativismo gay.
Do R7

domingo, 24 de agosto de 2014

Eduardo Campos, promessas feitas, promessas cumpridas em Buíque no agreste do estado: Em fim estrada do Catimbau, deixa de ser um sonho e passar a ser uma realidade a partir desta segunda feira (25)

Em fim uma das mais importantes obras do município de Buíque, talvez a mais desacreditada e   comentada dos últimos tempos agora em definitivo já tem data e hora para ser iniciada, o que para população sempre foi mais uma promessa de campanhas daquelas que nunca foram cumpridas e  que agora passa de ser um sonho para se tornar realidade, realidade esta que para ser concretizada  foi necessário prefeito, vice prefeita, vereador local e deputados caírem em cima por que se não se passaria  esta  campanha  política, assim  como já se passaram várias outras de décadas sem nada acontecer.
Em março ainda governador do estado o então saudoso Eduardo Campos enquanto inaugurava a adutora do vale do catimbau em Buíque acendeu todas as esperanças assinando a ordem de serviços do asfalto que liga a PE 270 a vila do Catimbau um trecho com apenas 12 Km de extensão.
Dias se passaram, e a obra que se iniciaria em seguida foi enfrentando barreiras, uma hora era a empresa que ganhou a licitação que desistiu, outra hora era falta de dinheiro por parte do estado em fim, o que Eduardo Campos deixou acesso aos poucos foi começando a se apagar.
Mas como para nossos políticos nem tudo estar perdido, e quando resolvem fazer realmente faz, na última quinta- feira (21) centenas de internautas compartilharam uma foto exibida pela vice prefeita e secretaria de obras do município Mirian Briano Alves em sua página de relacionamento na internet (Facebook) acompanhada pela seguinte frase” E prego batido, Ponta virada”.
Diante de tantas expectativas para o início da tão sonhada obra que será na próxima segunda (25) e após sua finalização mudará o contexto da qualidade de vida das pessoas tanto no âmbito econômico como também financeiro, isso por que gradativamente aumentará o número de turistas visitantes que sempre estão em buscas das melhores imagens de uma das sete maravilhas de Pernambuco.

Para bater o prego e virar de verdade a ponta, e se ter a certeza que desta vez sai, acompanhada do engenheiro José Carlos que foi autorizado pelo  governo do estado e principal responsável pela Solo, empresa que irá executar todo trabalho, Miriam percorreu toda extensão da Rodovia, inclusive também entrou em negociações  com os comerciantes do próprio município que serão responsáveis para fornecer matérias primas como matérias de construções, combustível , alimentação entre outros itens  que serão utilizados no processo do asfaltamento da velha e antiga Estrada do Catimbau.
Fonte do Giro Socialb com Adalto Nilo.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Lula: sem dúvida um grande amigo de Eduardo Campos, independente de questões partidária.

   Se uma imagem vale por 10 palavras, o Lula não precisa dizer mais nada;
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao contrário de Dilma, demonstrou que política é uma coisa e amizade é outra, mais forte ainda, o mesmo marcou sua presença no velório do nosso guerreiro Eduardo campos onde conversou bastante com Renata Campos a viúva de Eduardo e pode naturalmente mostrar o ser humano que é, independente de questões partidária.
Lula se mostrou bastante abalado com a morte de Eduardo Campos, mais que Marina Silva, eu diria até! E poucos têm observado isto.
Da pra se notar claramente que o nosso ex-presidente o Lula, quando esteve no velório de Eduardo Campos, sempre ao lado da viúva Renata campos conforme mostra a imagem abaixo, na missa feita em homenagem a Eduardo neste domingo 17, por sinal uma homenagem muito mais que merecida.

Lula sem dúvida foi um dos Pernambucanos que assim como os demais, demostrou total afeto respeito pela a morte de Eduardo, e isso não deixa de ser um exemplo para que políticos, correligionários, cabos eleitorais e demais lideranças políticas, possam realmente viver a democracia, fazer uma politica limpa e respeitar o seu adversário politico, compreendendo sempre que a politica passa e as amizades continuam.

Presidente do PSB diz que Renata é a maior liderança do partido

Renata Campos participa de encontro dos partidos da aliança do candidato ao governo de PE
                                          POR SÉRGIO ROXO, ENVIADO ESPECIAL
                                              18/08/2014 13:19 / ATUALIZADO 18/08/2014 14:20
          Força e preparo. Segundo amigos, Renata é o nome para continuar o legado - Divulgação

RECIFE - O presidente nacional do PSB, Roberto Amaral, disse nesta segunda-feira que a mulher de Eduardo Campos, Renata, se transformou na maior liderança do partido.

- Depois de Miguel Arraes e Eduardo Campos, a maior liderança do partido é Renata - afirmou, na abertura do encontro de partidos da aliança do candidato ao governo de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB). Os cerca de 5 mil presentes começaram a gritar em seguida: "Renata vice".

- Temos que seguir o desejo de Eduardo e eleger o presidente, o vice-presidente e o governador do estado - afirmou emocionado. Renata, que faz aniversário nesta segunda, chegou ao evento acompanhada do filhos e foi saudada com o canto de parabéns.
Neste domingo, políticos do PSB comentavam que, passado o enterro, todos os olhos se voltarão para Renata, cuja opinião será fundamental na escolha do candidato a vice que vai compor a chapa presidencial, que será encabeçada por Marina Silva. Na reunião com representantes da aliança de Campos em Pernambuco, a expectativa é que o teor da fala que Renata deverá ditar os rumos dessa escolha. O encontro, convocado por ela mesma, foi interpretado como uma demonstração de que assume a responsabilidade em dar continuidade ao projeto político do marido.

Segundo integrantes da cúpula do PSB, três opções são consideradas. A primeira, mas tida como menos provável, é que Renata chame para si a missão de compor a chapa. Apesar de ter se tornado objeto de especulações em São Paulo, há algumas dificuldades. A primeira é o fato de Renata ser auditora do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco. É preciso estar licenciada do cargo três meses antes das eleições para poder entrar na disputa. Além disso, avalia-se que, apesar de ela ser um “quadro político”, filiada ao PSB há anos e com forte discernimento político, sua atenção está voltada para os cinco filhos, um deles com sete meses.

Na segunda hipótese, Renata pode indicar a preferência por algum nome que, mesmo não estando entre aqueles defendidos pela cúpula do partido, ganhará força.


A terceira possibilidade é que Renata abdique de influenciar a escolha e use a reunião para tratar apenas da eleição local, um gesto em apoio a Paulo Câmara, candidato ao governo do estado escolhido por Campos.

O Globo.