Bíblia Sagrada Online

(Leitura da Bíblia Sagrada, abaixo da última postagem do blog)

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Governo procura a justiça para identificar autores de adesivos de Dilma na entrada de tanque de gasolina

Do: Diario de Pernambuco
Imagem da presidente foi utilizada num "protesto" contra o aumento de
gasolina. Foto: Reprodução/Internet


O governo federal, enfim, reagiu contra um "protesto" machista e preconceituoso contra a presidente Dilma Rousseff (PT). A ministra da Secretaria de Política para as Mulheres, Eleonora Menicucci, encaminhou uma denúncia ao Ministério Público Federal, à Advocacia-Geral da União e ao Ministério da Justiça para apurar a venda, em sites na internet, de uma peça publicitária que mostra a presidente petista em condições constrangedoras.
O material em questão é adesivo, que foi produzido para ser colado na entrada do tanque de gasolina de veículos. Ele reproduz Dilma Rousseff num corpo de uma mulher que aparece com as pernas abertas. A ministra pede uma ação urgente para "impedir a produção, veiculação, divulgação, comercialização e utilização do material". A ministra quer, ainda, descobri os autores da peça publicitária para que sejam punidos de acordo com a lei.
"As pessoas precisam distinguir diferenças políticas do respeito à dignidade humana", disse a ministra. O material foi criticado por feministas e militantes dos direitos humanos nas redes sociais pelo caráter machista e violento.


Homen comete suícidio em Buique

Do: arcoverde reporter
O policiamento foi solicitado por um funcionário da casa de saúde local informando que havia dado entrada naquele órgão, a vítima Sérgio da Silva Lima, 55 anos, autônomo, já sem vida. A GT se deslocou para o local e constatou a veracidade do fato, onde a sua filha Raquel da Silva Lima relatou que tinha encontrado o pai pendurado com uma corda no pescoço em um galpão. 
A vítima foi socorrida para a casa de saúde, porém já se encontrava sem vida. O caso foi informado à polícia civil para as medidas cabíveis.

Asfalto do Catimbau, estimula-se que no segundo simestre de 2015 a obra seja retomada, enquanto isso a população se previne para um possível protesto

O deputado estadual Arcoverdense Júlio Cavalcanti , que também tem se preocupado com a situação da paralização do asfalto do Vale do Catimbau, independente da sua posição política, o mesmo segundo informou na solenidade em que recebeu o título de cidadão Buíquense no dia 26 do mês de junho na câmra municipal de Buìque.
Majoritário nas eleições de 2014 em Buíque o deputado falou que em uma de suas cobranças ao governador do estado Paulo Câmara a respeito do asfalto foi imformado que ainda este ano a obra será retomada, a previsão será para o segundo simestre.
A população do vale que em virtude da situação pela qual se encontra a estrada,  ja está disposta a fazer protesto, restando a penas o cumprimento desses e de outros prazos estipulados pela ultimas informações que as mantem no aguardo da realização deste sonho.
A obra foi paralisada pelo governador João Lyira no dia 31 de outubro de 2014, o asfalto do Catimbau foi uma orden de honra consedida pelo saudoso Eduardo Campos, em reconhecimento ao desenvolvimento do turismo do Parque Nacioanal do Catimbau que é um dos atrativos turísticos do estado de grande relevância em pesquisas e turismo para Pernambuco e o Brasil

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Maioridade penal: saiba como votou cada deputado pernambucano

Do: Pe Mais
Foto: Luis Macedo/ Câmara dos Deputados
Após mais de três horas de discussões, marcadas por tumulto dentro e fora do plenário da Câmara dos Deputados, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 171/93 que previa a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes graves e hediondos foi rejeitada, na madrugada desta quarta-feira (1º).

Na votação, que evidenciou um Plenário dividido, 14 dos 25 deputados federais de Pernambuco votaram a favor da redução, entre eles, nomes como o pré-candidato à Prefeitura do Recife em 2016 Daniel Coelho e o líder da oposição Bruno Araújo, ambos do PSDB, além do líder do DEM na Casa, Mendonça Filho.

Entre os deputados que votaram contra a redução estão Cadoca , Luciana Santos, ambos do PCdoB e Tadeu Alencar (PSB-PE).

A proposta não alcançou a votação mínima para ser aprovada. Foram 303 votos favoráveis, 184 contrários e três abstenções. A PEC precisava angariar o apoio de três quintos dos parlamentares, ou seja 308 dos 513 votos. Esta é a quantidade necessária para a aprovação de qualquer projeto que modifique a Constituição.

PT, PSB, PDT, PCdoB, Pros, PPS, PV e Psol orientaram as bancadas para votar contra a proposta. Já o PMDB, PSDB, PRB, PSD, PR, DEM e Solidariedade encaminharam pela aprovação do texto.
REAÇÕES – A rejeição da proposta foi marcada pela comemoração dos representantes dos movimentos estudantis que ocupavam as galerias da Câmara.

A rejeição foi vista como uma derrota para o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), um dos principais incentivadores da medida.

A presidente Dilma Rousseff (PT) vinha marcando posição contrária à redução da maioridade penal. Em abril, a petista declarou ser contra a proposta. Em seu perfil no Facebook, a presidente argumentou que “os adolescentes não são responsáveis por grande parte da violência praticada no país”.

Postado por PE mais às 2:08 PM

domingo, 28 de junho de 2015

Temendo a prisão, Lula revela desespero ao criticar publicamente o PT

O ex-presidente, que tem dormido pouco, apresenta crises de choro, diz que o governo Dilma não tem mais jeito e avalia que a vitória de Aécio em 2014 poderia até ter sido melhor
Sérgio Pardellas (sergiopardellas@istoe.com.br)
O ex-presidente Lula anda insone. Segundo amigos próximos, o petista não consegue sossegar a cabeça no travesseiro desde a prisão, há duas semanas, de Marcelo Odebrecht, presidente da maior empreiteira do País, e do executivo Alexandrino Alencar, considerados os seus principais interlocutores na empresa. Tem dormido pouco. Nem quando recebeu o diagnóstico de câncer na laringe, em 2011, o petista demonstrou estar tão apreensivo como agora. Pela primeira vez, desde a eclosão da Operação Lava Jato para investigar os desvios bilionários da maior estatal brasileira, a Petrobras, Lula teme amargar o mesmo destino dos empreiteiros. Até um mês atrás, o ex-presidente não esperava que sua história poderia lhe reservar outra passagem pela cadeia. Em 1980, o então líder sindical foi detido em casa pelo DOPS, a polícia política do regime militar. Permaneceu preso por 31 dias, chegando a dividir cela com 18 pessoas. Agora, o risco de outra prisão – desta vez em tempos democráticos – é real. Na quinta-feira 25, o tema ganhou certo frisson com a divulgação de um pedido de habeas corpus preventivo em favor do ex-presidente impetrado na Justiça Federal do Paraná. Descobriu-se logo em seguida, no entanto, que a ação considerada improcedente pelo Tribunal Regional Federal não partiu de Lula nem de ninguém ligado a ele. Mas, de fato, o político já receia pelo pior. O surto público recheado de críticas ao governo Dilma Rousseff e petardos contra o partido idealizado, fundado e tutelado por ele nos últimos 35 anos expôs, na semana passada, como os recentes acontecimentos têm deixado Lula fora do eixo.
FORA DO EIXO
Vivendo o pior momento de sua história, Lula atira contra a
própria obra. Pela primeira vez, o ex-presidente teme os
desdobramentos da Operação Lava Jato
Em privado, o ex-presidente exibe mais do que nervos à flor da pele. Na presença de amigos íntimos, parlamentares e um ex-deputado com trânsito nos tribunais superiores, Lula desabou em choro, ao comentar o processo de deterioração do PT. Como se pouco ou nada tivesse a ver com a débâcle ética, moral e eleitoral da legenda, ele lamentou: “Abrimos demais o partido. Fomos muito permissivos”, justificou. Talvez naquela atmosfera de emoção, Lula tenha recordado de suas palavras enunciadas em histórica entrevista à ISTOÉ no longínquo fevereiro de 78, quando na condição de principal líder sindical do ABC paulista começava a vislumbrar o que viria a ser o PT, criado em 1980. “Para fazer um partido dos trabalhadores é preciso reunir os trabalhadores, discutir com os trabalhadores, fazer um programa que atenda às necessidades dos trabalhadores. Aí pode nascer um partido de baixo para cima”, disse na ocasião. Hoje, o PT, depois de 12 anos no poder, não reúne mais os trabalhadores, não discute com eles, muito menos implementa políticas que observem as suas necessidades. Pelo contrário, o governo Dilma virou as costas para os trabalhadores, segundo eles mesmos, ao vetar as alterações no fator previdenciário, mudar as regras do seguro para os demitidos com carteira assinada e adotar medidas que levam à inflação e à escalada do desemprego. Agora crítico mordaz da própria obra, Lula sabe em seu íntimo que não pode se eximir da culpa pela iminente derrocada do projeto pavimentado por ele mesmo.

Restaram os desabafos, sinceros ou não, e a preocupação com o futuro. Num dos momentos de lucidez, o ex-presidente fez vaticínios impensáveis para quem, até bem pouco tempo, imaginava regressar triunfante ao Planalto daqui a três anos. Em recentes conversas particulares no Instituto que leva o seu nome, em São Paulo, Lula desenganou o governo Dilma, sucessora que ele mesmo legou ao País. “Dilma já era. Agora temos que pensar em salvar 2018”, afirmou referindo-se às eleições presidenciais. Para o petista, a julgar pelo quadro político atual, “teria sido melhor” para o projeto de poder petista e da esquerda “que (o senador tucano) Aécio Neves tivesse ganho as eleições” presidenciais do ano passado. Assim, no entender dele, o PSDB, e não o PT, ficaria com o ônus das medidas amargas tomadas na esfera econômica destinadas a tirar o País da crise, o que abriria estrada para o seu retorno em 2018. Como o seu regresso não é mais favas contadas, o petista tem confidenciado todo o seu descontentamento com a administração da presidente Dilma. Lula credita a ela e ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, o avanço da Lava Jato sobre sua gestão. Embora essa hipótese ainda seja improvável, petistas ligados ao ex-presidente não descartam a possibilidade de ruptura, o que deixaria a presidente ainda mais vulnerável para enfrentar um possível processo de impeachment. A atitude, se levada adiante, não constituiria uma novidade. Em outros momentos de intensa pressão, como no auge do mensalão e do escândalo do caseiro Francenildo, Lula não se constrangeu em rifar aliados e até amigos do peito, como os ex-ministros José Dirceu, Antonio Palocci e Ricardo Berzoini.
ISOLADA
A presidente tentou minimizar as declarações de Lula,
mas no paralelo mandou emissários procurá-lo
Quem testemunhou as confidências de Lula na ampla sala de reuniões de seu Instituto, sediado na capital paulista, não chegou a ficar surpreso com o destempero verbal apresentado pelo petista na semana passada. Não se pode dizer o mesmo da maioria expressiva da classe política, impossibilitada de privar da intimidade do ex-presidente. De tão pesados e surpreendentes, os ataques de Lula a Dilma e ao PT foram recebidos com perplexidade. O primeiro tiro foi disparado na quinta-feira 18. Numa reunião com padres e dirigentes religiosos, Lula admitiu, em alusão ao nível baixo do sistema da Cantareira, que ele e Dilma estão no volume morto. “E o PT está abaixo do volume morto”, avaliou. Na segunda-feira 22, Lula elevou ainda mais o tom. Só que contra o PT. Em debate com o ex-presidente do governo espanhol Felipe Gonzáles, disse que o partido “está velho, só pensa em cargos e em ganhar eleição”. “Queremos salvar a nossa pele, nossos cargos, ou queremos salvar o nosso projeto?”, questionou Lula, durante a conferência “Novos Desafios da Democracia”. Nos dias subseqüentes às declarações, enquanto o meio político tentava interpretar o gesto do petista, o Planalto reagia a seu modo. Num primeiro momento, Dilma minimizou.“Todos têm direito de fazer críticas, principalmente o presidente Lula”. No dia seguinte, no entanto, Dilma orientou o ministro da Comunicação Social, Edinho Silva, a procurar Lula para tentar entender as razões de tamanha fúria. Paralelamente, o ex-presidente tratou de se proteger. Articulou junto à bancada do PT no Senado a divulgação de uma nota de desagravo a ele próprio. Criou, assim, mais uma jabuticaba política: fez com que o partido atacado emitisse um documento em apoio ao autor dos ataques. Na nota, o PT manifestou “total e irrestrita solidariedade ao grande presidente Lula, vítima de uma campanha pequena e sórdida de desconstrução de uma imagem que representa o que o Brasil tem de melhor”. No fim da semana, ao perceber o ar rarefeito, Lula mandou emissários espalharem o suposto reconhecimento de que ele 'se excedeu”. Era tarde.

ELA TIRA O SONO DELE
Integrantes da Lava Jato querem investigar suposto depósito milionário
feito em Portugal pela amiga de Lula, Rosemary Noronha
Para o cientista político da USP, José Álvaro Moisés, ao abrir confronto contra Dilma e o PT, Lula “jogou para a plateia”. “Ele está vendo o navio fazer água, por isso age assim”, avaliou. Para Oswaldo do Amaral, da Unicamp, ao dizer que o partido precisa de uma renovação, Lula tenta uma reaproximação com o eleitorado mais jovem, segmento hoje refratário a ele (leia mais em matéria na página 46). O jornalista José Nêumanne Pinto, autor do livro “O que sei de Lula”, no qual conclui que o ex-presidente nunca foi efetivamente de esquerda, é mais contundente. Para ele, “Lula é sagaz e não tem escrúpulo nenhum para mudar seu discurso”. “O ex-presidente tem circunstâncias e conveniências que ele manipula”, afirmou. “Na verdade, ele não quer se descolar do PT e sim da Dilma. Com esse discurso da utopia, ele planeja atrair parte do PT que finge ser honesto”, disse.
O mais espantoso na catilinária lulista é que o ex-presidente se comporta como se fosse um analista distante de uma trama da qual é personagem principal. Numa analogia com o futebol, recurso metafórico muito utilizado por Lula quando estava na Presidência, seria como se o zagueiro e então capitão da seleção brasileira David Luiz descrevesse os sete gols da Alemanha como se não tivesse assistido entre atordoado e impassível ao baile de Toni Kroos, Schweinsteiger e companhia em campo. No caso do ex-presidente há um agravante: Lula nunca foi apenas um mero integrante do time, mas o mentor, o grande líder e artífice da caminhada petista até aqui. Por isso mesmo, causou ainda mais espécie a repreensão de Lula ao PT por sua sede por cargos. Ora, o aparelhamento da máquina pública pelo PT e aliados começou e recrudesceu durante os dois mandatos do petista. Quando Lula chegou ao poder em 2003, havia 18 mil cargos de confiança na administração federal. Ao transmitir o cargo para Dilma, em 2011, já eram cerca de 23 mil.

Do mesmo modo, Lula não pode lamentar, como fez em privado, que o crescimento do partido levou aos desvios éticos e à corrupção – hoje marca indissociável ao PT. O escândalo do mensalão, que resultou na condenação de dirigentes petistas em julgamento no STF, remonta ao seu governo. E o processo de abertura da legenda, bem como à rendição à política tradicional de alianças, baseada no fisiologismo e no toma lá, da cá, beneficiou o próprio Lula. Sem isso, o ex-presidente dificilmente se elegeria em 2002. Ao chegar ao Planalto, Lula cansou de dar demonstrações de que não sabia separar o público do privado. A mais chocante delas foi a ousadia de ornar os jardins do Alvorada com a estrela rubra do PT. O limite entre o público e o privado foi ultrapassado também quando Lula nomeou a amiga Rosemary Noronha para a chefia de gabinete de um escritório da Presidência em São Paulo. Hoje, Rosemary responde a uma ação na Justiça por formação de quadrilha, tráfico de influência e corrupção passiva. Ela integraria um esquema de vendas de pareceres técnicos de órgãos públicos federais. Agora, a personagem muito próxima a Lula pode retornar ao noticiário numa outra vertente das investigações da Lava Jato. Trata-se da retomada das apurações do episódio envolvendo um suposto depósito milionário feito em Portugal por Rosemary. Para a PF, o caso converge com a investigação sobre a Odebrecht e a Andrade Gutierrez. É que Otávio Azevedo, preso na 14ª fase da Lava-Jato, foi representante da Portugal Telecom no Brasil. A empresa de telefonia era em grande medida controlada pelo Grupo Espírito Santo, parceiro da Odebrecht em vários empreendimentos em território português. “Tudo converge para os mesmos personagens.
Se já houver outra investigação em curso, também podemos colaborar”, afirmou à ISTOÉ um delegado ligado a Lava Jato. Até hoje não se sabe o que houve com o ofício protocolado pelo então deputado Anthony Garotinho (PR/RJ) sobre o périplo de Rosemary em solo português. Em 2012, Garotinho denunciou o caso com base em relatos de um ex-delegado federal. Rosemary, segundo essa fonte, teria desembarcado em Lisboa com passaporte diplomático e autorização para transportar uma mala. Ao chegar à alfândega, questionada sobre o conteúdo da bagagem, teria revelado que transportava 25 milhões de euros para depositar na agência central do Banco Espírito Santo no Porto. Segundo a mesma versão, as autoridades alfandegárias sugeriram que ela contratasse uma empresa de transporte de valores. Para executar o serviço, a empresa Prosegur exigiu a contratação de um seguro, pelo que Rosemary teve de preencher uma declaração com a quantia e a titularidade dos recursos. Ela, então, teria identificado o próprio Lula como proprietário do dinheiro.

Não restam dúvidas de que a explosão do petista deriva principalmente dos rumos tomados pelas investigações da Lava Jato nas últimas semanas. Mas seus recentes arroubos guardam relação também com os resultados das últimas pesquisas de opinião. De janeiro para cá, os levantamentos mostram a vertiginosa queda de popularidade de Dilma e dele próprio, que já perderia para o senador Aécio Neves se as eleições presidenciais fossem hoje. De acordo com o último Datafolha, Aécio aparece com 10 pontos na frente de Lula. Segundo a mesma pesquisa, o governo Dilma foi reprovado por 65% dos eleitores. Este índice de reprovação só não é maior do que o do ex-presidente Fernando Collor no período pré-impeachment, em setembro de 1992. Na época, Collor era rejeitado por 68% dos brasileiros. No levantamento, o governo Dilma é classificado como bom ou ótimo por apenas 10% dos brasileiros. É a maior taxa de impopularidade da petista desde 2011. A taxa de aprovação da presidente no Sudeste é de apenas 7%. No Nordeste, histórico reduto eleitoral do PT, é de somente 14%.
Num cenário nada alvissareiro para Dilma como o atual, em que ela está às voltas com um processo no TCU que pode até levar ao seu afastamento, o pior dos mundos para ela seria um rompimento com o padrinho político. Nesse cenário, Lula levaria com ele para o outro lado da trincheira parte do PT que hoje critica severamente a política econômica do governo. Se uma ruptura oficial é improvável, o mesmo não se pode dizer de um racha na prática, mas não declarado. O embrião do que pode vir a ser um contraponto ao governo surgiu na quarta-feira 24, em reunião na casa do senador Randolfe Rodrigues, do PSOL. Nela estavam presentes parlamentares do PSB e petistas de proa, como o ex-governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro, e o senador Lindbergh Farias (RJ). No encontro, articularam o que chamam de “Frente de Esquerda”. Se o movimento florescer, o grande responsável pela ascensão e projeção política de Dilma – o ex-presidente Lula – poderá ser também o principal artífice do seu irremediável isolamento.

Com reportagem de Claudio Dantas Sequeira 
Colaborou Ludmilla Amaral
Fotos: Michel Filho / Agência O Globo, DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO/AE; Jorge Araujo/Folhapress; Andre Penner/AP Photo, Ed Ferreira/Folhapress; Pedro França/Agência Senado; JOEL RODRIGUES/FRAME/ESTADÃO CONTEÚDO

http://www.istoe.com.br/reportagens

quarta-feira, 24 de junho de 2015

Lamentávelmente o Cantor Cristiano Araújo morre após acidente de carro. Ele se apresentaria hoje (24) no Maior e Melhor São João do Mundo

O cantor goiano Cristiano Araújo, de 29 anos, e a namorada dele, Allana Moares, de 19, morreram na manhã desta quarta-feira (24) após um acidente de carro na BR-153, no km 614, entre Morrinhos e o trevo de Pontalina, em Goiás. O Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), para onde ele foi transferido, e a assessoria de imprensa do sertanejo confirmaram a informação às 8h30.
Do: Jornal de Caruaru.
Já a morte de Allana foi confirmada pelo empresário do cantor, Antônio Pereira dos Santos. “O corpo dela foi levado ao IML [Instituto Médico Legal] de Morrinhos e os familiares foram ao local para a liberação”

Segundo o Corpo de Bombeiros, o sertanejo voltava de um show em Itumbiara, no sul do estado, por volta das 3h30, quando veículo em que ele estava, um Range Rover, saiu da pista e capotou. O cantor chegou a ser socorrido (veja vídeo abaixo) ao Hospital Municipal de Morrinhos e depois transferido em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Móvel até a capital. Em seguida, seguiu de helicóptero até o Hugo, mas não resistiu.

Além do cantor e da namorada, outras duas pessoas estavam no carro, sendo outro empresário e o motorista. Segundo os bombeiros, eles sofreram ferimentos leves e também foram encaminhados a um hospital na capital.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que as causas do acidente ainda são apuradas. “Fizemos um levantamento no veículo, que é do ano de 2015, e ele estava em perfeitas condições. A suspeita inicial é que o motorista tenha dormido ao volante, mas tudo isso ainda é devidamente apurado”, afirmou o inspetor Newton Moraes.

Segundo o Antônio Pereira dos Santos, o cantor costumava viajar com um motorista particular para que “pudesse dormir após o show e não precisasse dirigir”. Ele ressaltou, ainda, que o condutor “é experiente e acostumado a guiar de madrugada”.

A assessoria de imprensa do cantor informou que o velório será realizado no Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Goiânia. O horário ainda não foi definido, pois depende da liberação do corpo do sertanejo
Na última terça-feira (23), o cantor publicou em sua página no Instagram uma mensagem dizendo que estava partindo da Bahia, ao lado na namorada, com destino a Itumbiara. Após o acidente, muitos fãs comentaram na imagem sobre o ocorrido e mandam mensagens de solidariedade ao cantor.

O próximo show de Cristiano Araújo estava marcadado para acontecer na noite desta quarta-feira em Caruaru, em Pernambuco.

Trajetória

O goiano foi “cantor por natureza” já que a música está há quatro gerações na sua família, desde seus bisavós, avós, pais e tios. Segundo o perfil de seu site oficial, aos seis anos ele ganhou seu primeiro violão, no qual fez seus primeiros acordes, e aos nove, começou a se apresentar em público.

Aos 10 anos fez sua primeira composição e aos 13, gravou seu primeiro CD com cinco músicas. Continuou com sua carreira solo até os 17 anos, quando resolveu cantar em duplas, em um período que durou cerca de seis anos.


Em 2010, resolveu seguir de fato carreira solo, preparando a gravação de CD e DVD com participações de vários artistas. Em janeiro de 2011, o projeto foi concretizado, com a ajuda de grandes cantores e amigos, como Jorge (da dupla Jorge e Mateus), Gusttavo Lima, Humberto e Ronaldo, entre outros. Foi aí que ele estourou em 2011, com a música “Efeitos”, gravada com o também sertanejo Jorge, da dupla Jorge e Matheus.

http://www.jornaldecaruaru.com.br/

87% defende redução da maioridade penal, diz Datafolha

Maioria dos brasileiros também quer que a redução seja válida para qualquer crime.
por Michael Caceres
87% defende redução da maioridade penal
O Instituto Datafolha divulgou nesta segunda-feira (22) uma nova pesquisa sobre o tema da redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. Na pesquisa a grande maioria dos brasileiros são favoráveis à redução, como já havia sido apontado em outros levantamentos sobre o tema.
A pesquisa apontou que 87% dos brasileiros são favoráveis ao projeto que reduz a maioridade penal. Segundo o estudo, 11% das pessoas são contra a mudança na Constituição, 1% são indiferentes e 1% não souberam responder.
O Datafolha também apontou que 73% dos brasileiros defendem que a lei deve ser mudada para qualquer crime, contra 27% que consideram que a medida deve valer apenas para determinados crimes – como prevê o projeto em discussão na Câmara dos Deputados.
Segundo o instituto também houve uma mudança no perfil dos brasileiros que defendem a aplicação da lei para determinados crimes. De abril para junho, cresceu de 41% para 53% o total de brasileiros que defendem a redução da maioridade para casos de estupro. Em casos de sequestro, 24% são favoráveis à mudança, ante 14% no mesmo período. Para o crime de homicídio, o número cresceu de 75% para 80%.
A pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha e divulgada pela Folha de São Paulo ouviu 2.840 pessoas em 174 municípios do Brasil. A margem de erro do levantamento é de dois pontos para mais ou para menos.

http://noticias.gospelprime.com.br